Paiêêêêêê, parabéns! Hoje em dia, os pais são mais modernos, sensíveis, alegres e saudáveis! Eles passam mais tempo com os filhos, dividem as responsabilidades da casa com as mães e, por isso, estão sendo cada vez mais valorizados, compreendidos e amados! Nossos pais são nota 1.000!!! | |
História Se vocês acham que essa história de homenagear os pais é uma ideia moderna e atual, estão enganados, pois o primeiro cartão conhecido de Dia dos Pais foi produzido na Babilônia, há quase 5 mil anos, por um jovem chamado Elmesu. Ele fez o cartão em argila para desejar sorte, vida longa e muita saúde para seu pai. | |
Cada país tem sua história | |
No Brasil, a criação da data é atribuída ao publicitário Silvio Bhering, e a primeira comemoração do Dia dos Pais aconteceu em 14 de agosto de 1953, mas a data foi transferida para o segundo domingo de agosto para estimular a comemoração e a venda de presentes. | |
No Paraguai e na África do Sul, o Dia dos Pais é comemorado no mesmo dia que no Brasil. A diferença é que nossos vizinhos paraguaios comemoram o Dia dos Pais como nós, com presentes e reuniões familiares, e, na África do Sul, nessa data, não há muitas festividades. | |
Nos Estados Unidos, Sonora Luise criou a data em 1909 para homenagear seu pai, que ela tanto admirava. A ideia agradou muitas pessoas, e o primeiro Dia dos Pais foi comemorado em 19 de junho de 1910, data do aniversário do pai de Sonora. Mais tarde, a data passou a ser comemorada no terceiro domingo de junho. | |
O Dia dos Pais também é comemorado no terceiro domingo de junho nos países do Reino Unido (Irlanda do Norte, País de Gales, Escócia e Inglaterra). Nessa data, os filhos costumam agradar seus pais com belos cartões em vez de presentes. | |
Outros dois países que comemoram o Dia dos Pais no terceiro domingo de junho são a Argentina e o Peru, com a diferença de que, para os peruanos, a data não é muito especial, enquanto os argentinos a comemoram com festas e muitos presentes. | |
No Canadá, o Dia dos Pais é comemorado no dia 17 de junho, mas não é uma data muito importante para os canadenses. | |
O Dia dos Pais na Grécia é comemorado em 21 de junho. Não é uma data muito tradicional porque foi inventada há pouco tempo. | |
Os australianos, que é como são chamados os habitantes da Austrália, comemoram o Dia dos Pais como nós, com muita propaganda, festa e presentes. A única diferença está na data, pois lá o papai recebe sua homenagem no segundo domingo de setembro. | |
Itália e Portugal comemoram o Dia dos Pais no dia 19 de março porque esse é o Dia de São José, que, na tradição católica, é tido como o pai do menino Jesus. Para os italianos, nessa data, era feriado nacional, mas, depois que o feriado foi cancelado, o Dia dos Pais passou a ser um dia como outro qualquer. | |
Os pais de hoje Antigamente, os pais participavam muito pouco da vida familiar. A função deles era trabalhar muito para sustentar os filhos e a esposa, mas a educação das crianças, a arrumação da casa e todos os outros problemas do lar eram resolvidos pela mãe. A sociedade foi aos poucos se transformando e, a cada dia, mais mulheres começaram a trabalhar fora e a contribuir com o sustento do lar. Com isso, os homens também começaram a mudar e a dividir as responsabilidades da família com suas esposas. Isso foi muito bom, pois agora os pais estão muito mais próximos de seus filhos, têm mais tempo para ensinar o que sabem e compartilhar os bons momentos com as pessoas que amam. | |
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Dia dos Pais no mundo
História do dia dos pais
Dizem que o primeiro a comemorar o Dia dos Pais foi um jovem chamado Elmesu, na Babilônia, há mais de 4.000 anos. Ele teria esculpido em argila um cartão para seu pai. Mas a instituição de uma data para comemorar esse dia todos os anos é bem mais recente...
Em 1909, a norte-americana Sonora Louise Smart Dodd queria um dia especial para homenagear o pai, William Smart, um veterano da guerra civil que ficou viúvo quando sua esposa teve o sexto bebê e que criou os seis filhos sozinho em uma fazenda no Estado de Washington.
Foi olhando para trás, depois de adulta, que Dodd percebeu a força e generosidade do pai.
O primeiro Dia dos Pais foi comemorado em 19 de junho de 1910, em Spokane, Washington. A rosa foi escolhida como a flor oficial do evento. Os pais vivos deviam ser homenageados com rosas vermelhas e os falecidos com flores brancas. Pouco tempo depois, a comemoração já havia se espalhado por outras cidades americanas. Em 1972, Richard Nixon proclamou oficialmente o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais.
O pai brasileiro ganhou um dia especial a partir de 1953. A iniciativa partiu do jornal O Globo do Rio de Janeiro, que se propôs a incentivar a celebração em família, baseado nos sentimentos e costumes cristãos. Primeiro, foi instituído o dia 16 de agosto, dia de São Joaquim. Mas, como o domingo era mais propício para as reuniões de família, a data foi transferida para o segundo domingo de agosto.
Em São Paulo, a data foi formalmente comemorada pela primeira vez em 1955, pelo grupo Emissoras Unidas, que reunia Folha de S. Paulo, TV Record, Rádio Pan-americana e a extinta Rádio São Paulo. O grupo organizou um grande show no antigo auditório da TV Record para marcar a data. Lá, foram premiados Natanael Domingos, o pai mais novo, de 16 anos; Silvio Ferrari, de 96 anos, como o pai mais velho; e Inácio da Silva Costa, de 67 anos, como o campeão em número de filhos, um total de 31. As gravadoras lançaram quatro discos em homenagem aos pais. O maior sucesso foi o baião É Sempre Papai, com letra de Miguel Gustavo, interpretada por Jorge Veiga. O Dia dos Pais acabou contagiando todo o território brasileiro e até hoje é comemorado no segundo domingo de agosto.
Dizem que o primeiro a comemorar o Dia dos Pais foi um jovem chamado Elmesu, na Babilônia, há mais de 4.000 anos. Ele teria esculpido em argila um cartão para seu pai. Mas a instituição de uma data para comemorar esse dia todos os anos é bem mais recente...
Em 1909, a norte-americana Sonora Louise Smart Dodd queria um dia especial para homenagear o pai, William Smart, um veterano da guerra civil que ficou viúvo quando sua esposa teve o sexto bebê e que criou os seis filhos sozinho em uma fazenda no Estado de Washington.
Foi olhando para trás, depois de adulta, que Dodd percebeu a força e generosidade do pai.
O primeiro Dia dos Pais foi comemorado em 19 de junho de 1910, em Spokane, Washington. A rosa foi escolhida como a flor oficial do evento. Os pais vivos deviam ser homenageados com rosas vermelhas e os falecidos com flores brancas. Pouco tempo depois, a comemoração já havia se espalhado por outras cidades americanas. Em 1972, Richard Nixon proclamou oficialmente o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais.
O pai brasileiro ganhou um dia especial a partir de 1953. A iniciativa partiu do jornal O Globo do Rio de Janeiro, que se propôs a incentivar a celebração em família, baseado nos sentimentos e costumes cristãos. Primeiro, foi instituído o dia 16 de agosto, dia de São Joaquim. Mas, como o domingo era mais propício para as reuniões de família, a data foi transferida para o segundo domingo de agosto.
Em São Paulo, a data foi formalmente comemorada pela primeira vez em 1955, pelo grupo Emissoras Unidas, que reunia Folha de S. Paulo, TV Record, Rádio Pan-americana e a extinta Rádio São Paulo. O grupo organizou um grande show no antigo auditório da TV Record para marcar a data. Lá, foram premiados Natanael Domingos, o pai mais novo, de 16 anos; Silvio Ferrari, de 96 anos, como o pai mais velho; e Inácio da Silva Costa, de 67 anos, como o campeão em número de filhos, um total de 31. As gravadoras lançaram quatro discos em homenagem aos pais. O maior sucesso foi o baião É Sempre Papai, com letra de Miguel Gustavo, interpretada por Jorge Veiga. O Dia dos Pais acabou contagiando todo o território brasileiro e até hoje é comemorado no segundo domingo de agosto.
Muitos países têm datas especiais para homenagear os pais. A Inglaterra e a Argentina também comemoram a data no terceiro domingo de junho. Na Itália e em Portugal, a homenagem acontece no Dia de São José, 19 de março. Na Austrália, é no segundo domingo de setembro. E na Rússia, no dia 23 de fevereiro.
Repouso pós-parto
Em algumas tribos indígenas brasileiras, é costume o pai manter resguardo no lugar da mãe que deu à luz. São quase dois meses de descanso, com alimentação leve e abstenção de sexo. Também para ele são destinados os presentes dados pelos membros da família. Costume machista? Nada disso. É que, para essas sociedades, o pai é o responsável pela existência do filho. O bebê só cresce e se fortalece no útero materno por causa das constantes "visitas" do futuro pai à sua mulher. Esse grande esforço de nove meses de relações sexuais constantes exige repouso, para renovar as energias físicas.
Em algumas tribos indígenas brasileiras, é costume o pai manter resguardo no lugar da mãe que deu à luz. São quase dois meses de descanso, com alimentação leve e abstenção de sexo. Também para ele são destinados os presentes dados pelos membros da família. Costume machista? Nada disso. É que, para essas sociedades, o pai é o responsável pela existência do filho. O bebê só cresce e se fortalece no útero materno por causa das constantes "visitas" do futuro pai à sua mulher. Esse grande esforço de nove meses de relações sexuais constantes exige repouso, para renovar as energias físicas.
Responsabilidades religiosas Na cultura judaica tradicional, o pai é responsável pela educação religiosa dos filhos. O destaque fica para a educação do menino, que, a partir dos 7 anos, começa a aprender os rituais religiosos. Com 13 anos, o pai o leva à sinagoga, onde, depois da cerimônia conhecida como Bar-Mitzva, o garoto se torna membro efetivo e participante da comunidade. Nas famílias judaicas, exemplos de patriarcalismo, os pais recebem todo o respeito e obediência dos filhos
Tradição oral Entre os ciganos, a figura paterna tem papel de destaque. Cabe ao pai a decisão final sobre qualquer atitude dos filhos e é ele quem supervisiona a educação que a mãe dá às crianças. É também o pai quem se encarrega de ensinar aos meninos as técnicas de comércio, forma milenar de sobrevivência do povo cigano. Numa cultura que valoriza a tradição oral, o pai tem o dever de passar para sua descendência os conhecimentos adquiridos nas gerações passadas, como tocar instrumentos musicais (acordeão, violão e violino), fazer artesanato de cobre e falar a língua de seu povo, o romanês. Também é ele quem decide sobre o casamento dos filhos. Namoro? Nem pensar. Os pais da noiva e do noivo se reúnem e definem o dote, pago pela família do futuro marido. O poder do pai sobre os filhos só acaba em caso de casamento desfeito. Nessa situação, o pai não pode mais ver os filhos pelos próximos dez anos. O fim do casamento representa o fim da paternidade.
"PAI"
Pai tantas coisa eu queria te dizer,
Cresci ao teu lado ,e o tempo passou,
e não sobrou tempo e até coragem
para dizer o quanto você é importante,
na minha vida, no meu dia a dia...
Pai, os momentos mais difíceis de
minha vida, você estava lado meu lado.
Nos momentos de alegria,
estava você lá do meu lado.
E hoje nesse seu dia,
entre todos outros dias,
gostaria muito de estar do teu lado...
Palavras não terei para expressar
o quanto amo você, para dizer-te o
quanto és importante
em minha vida inteira..
Continue sempre assim,
pois se você na altura
do campeonato resolver mudar,
certamente não vai dar certo,
pois gosto de você como você É.
Feliz Dia dos País
Pai tantas coisa eu queria te dizer,
Cresci ao teu lado ,e o tempo passou,
e não sobrou tempo e até coragem
para dizer o quanto você é importante,
na minha vida, no meu dia a dia...
Pai, os momentos mais difíceis de
minha vida, você estava lado meu lado.
Nos momentos de alegria,
estava você lá do meu lado.
E hoje nesse seu dia,
entre todos outros dias,
gostaria muito de estar do teu lado...
Palavras não terei para expressar
o quanto amo você, para dizer-te o
quanto és importante
em minha vida inteira..
Continue sempre assim,
pois se você na altura
do campeonato resolver mudar,
certamente não vai dar certo,
pois gosto de você como você É.
Feliz Dia dos País
"PAPAI"
Existe um homem que se esmera no comprimento do dever para dar bom exemplo:
Que fica humilde, quando poderia se exaltar;
Que chora à distancia, a fim de não ser observado;
Que, com o coração dilacerado, se embrutece para se impor como um juiz inflexível;
Que, na ausência, usam-no como temor para evitar uma ação menos correta;
Que quase sempre, é chamado de desatualizado;
Que apenas fisicamente, passa o dia distante, na labuta, por um futuro melhor;
Que, ao fim da jornada, avidamente regressa ao lar para levar muito carinho e, as vezes, pouco receber,
Que esta sempre pronto a ofertar uma palavra orientadora ou relatar uma atitude benfazeja que possa ser imitada;
Que, muitas vezes passa noites mal dormidas a decifrar os segredos da vida, quando extenuado, ainda consegue energias para distribuir energias;
Que é tão humano e sensível, por isso, normalmente, sente a ausência do afeto que lhe é dado raramente e de forma pouco comunicativa.
Que, vibra, se emociona e se orgulha pelos feitos daqueles que tanto ama.
Esse homem geralmente, se agiganta e passa a Ser o valor inexorável quando deixa de existir para sempre.
Nunca perca, pois, a oportunidade de devotar muito carinho e amizade àquele que é seu melhor amigo: SEU PAI.
( Marco Antonio Struve)
Existe um homem que se esmera no comprimento do dever para dar bom exemplo:
Que fica humilde, quando poderia se exaltar;
Que chora à distancia, a fim de não ser observado;
Que, com o coração dilacerado, se embrutece para se impor como um juiz inflexível;
Que, na ausência, usam-no como temor para evitar uma ação menos correta;
Que quase sempre, é chamado de desatualizado;
Que apenas fisicamente, passa o dia distante, na labuta, por um futuro melhor;
Que, ao fim da jornada, avidamente regressa ao lar para levar muito carinho e, as vezes, pouco receber,
Que esta sempre pronto a ofertar uma palavra orientadora ou relatar uma atitude benfazeja que possa ser imitada;
Que, muitas vezes passa noites mal dormidas a decifrar os segredos da vida, quando extenuado, ainda consegue energias para distribuir energias;
Que é tão humano e sensível, por isso, normalmente, sente a ausência do afeto que lhe é dado raramente e de forma pouco comunicativa.
Que, vibra, se emociona e se orgulha pelos feitos daqueles que tanto ama.
Esse homem geralmente, se agiganta e passa a Ser o valor inexorável quando deixa de existir para sempre.
Nunca perca, pois, a oportunidade de devotar muito carinho e amizade àquele que é seu melhor amigo: SEU PAI.
( Marco Antonio Struve)
Tem pai que ama,
Tem pai que esquece do amor.
Tem pai que adota,
Tem pai que abandona.
Tem pai que não sabe que é pai,
Tem filho que não sabe do pai.
Tem pai ...
Tem pai que dá amor,
Tem pai que dá presente.
Tem pai por amor,
Tem pai por acaso.
Tem pai que se preocupa com os problemas do filho,
Tem pai que não sabe dos problemas do filho...
Tem pai ...
Tem pai que ensina,
Tem pai que não tem tempo.
Tem pai que sofre com o sofrimento do filho,
Tem pai que deixa o filho esquecido.
Tem pai de todo jeito.
Tem pai que encaminha o filho,
Tem pai que o deixa no caminho.
Tem pai que assume,
Tem pai que rejeita.
Tem pai que acaricia,
Tem pai que não sabe onde está o filho
que precisa de carinho.
Tem pai que afaga,
Tem pai que só pensa em negócios.
Tem...
Tem pai de todo jeito.
E você???
Que tipo de pai você é?
Eu quero um pai,
apenas um pai
que esteja consciente do amor
que tem para dividir...
Eu quero um pai,
apenas um pai
que seja AMIGO!
A todos os Pais,
um carinhoso abraço!
Deus Pai os abençoe!
(autor:Ari Antonio Angelin)
Tem pai que esquece do amor.
Tem pai que adota,
Tem pai que abandona.
Tem pai que não sabe que é pai,
Tem filho que não sabe do pai.
Tem pai ...
Tem pai que dá amor,
Tem pai que dá presente.
Tem pai por amor,
Tem pai por acaso.
Tem pai que se preocupa com os problemas do filho,
Tem pai que não sabe dos problemas do filho...
Tem pai ...
Tem pai que ensina,
Tem pai que não tem tempo.
Tem pai que sofre com o sofrimento do filho,
Tem pai que deixa o filho esquecido.
Tem pai de todo jeito.
Tem pai que encaminha o filho,
Tem pai que o deixa no caminho.
Tem pai que assume,
Tem pai que rejeita.
Tem pai que acaricia,
Tem pai que não sabe onde está o filho
que precisa de carinho.
Tem pai que afaga,
Tem pai que só pensa em negócios.
Tem...
Tem pai de todo jeito.
E você???
Que tipo de pai você é?
Eu quero um pai,
apenas um pai
que esteja consciente do amor
que tem para dividir...
Eu quero um pai,
apenas um pai
que seja AMIGO!
A todos os Pais,
um carinhoso abraço!
Deus Pai os abençoe!
(autor:Ari Antonio Angelin)
PAI, PERDOA-ME
Pai, perdoa-me
pelas vezes que sentei ao seu lado, mas não ouvi o que dizias...
Pai, perdoa-me
pela visita rápida de fim de tarde, antes do jantar de domingo...
Pai, perdoa-me
pela pouca paciência, quando querias aconselhar-me nos negócios...
Pai, perdoa-me
por achar que tuas idéias já estavam ultrapassadas...
Pai, perdoa-me
por ignorar tua experiência de vida...
Pai, perdoa-me
pela minha falta de tempo para passar contigo...
Pai, perdoa-me
pelo teu convite que recusei porque ia sair com meus amigos...
Pai, perdoa-me
pela minha insensibilidade na hora da tua dor...
Pai, perdoa-me
pelas vezes em que meus filhos não te trataram com o respeito que merecias...
Pai, perdoa-me
pelo abraço que não te dei, pelo carinho que não te fiz...
Pai, perdoa-me
por não ter reconhecido em ti o próprio Cristo...
Pai, abençoa-me...
Autor Desconhecido.
Pai, perdoa-me
pelas vezes que sentei ao seu lado, mas não ouvi o que dizias...
Pai, perdoa-me
pela visita rápida de fim de tarde, antes do jantar de domingo...
Pai, perdoa-me
pela pouca paciência, quando querias aconselhar-me nos negócios...
Pai, perdoa-me
por achar que tuas idéias já estavam ultrapassadas...
Pai, perdoa-me
por ignorar tua experiência de vida...
Pai, perdoa-me
pela minha falta de tempo para passar contigo...
Pai, perdoa-me
pelo teu convite que recusei porque ia sair com meus amigos...
Pai, perdoa-me
pela minha insensibilidade na hora da tua dor...
Pai, perdoa-me
pelas vezes em que meus filhos não te trataram com o respeito que merecias...
Pai, perdoa-me
pelo abraço que não te dei, pelo carinho que não te fiz...
Pai, perdoa-me
por não ter reconhecido em ti o próprio Cristo...
Pai, abençoa-me...
Autor Desconhecido.
Meu pai quando eu tinha...Ann Landers |
| 4 anos: | Meu pai pode fazer tudo. | |||
| 5 anos: | Meu pai sabe muitas coisas. | |||
| 6 anos: | Meu pai é mais esperto do que o seu pai. | |||
| 8 anos: | Meu pai não sabe exatamente tudo. | |||
| 10 anos: | No tempo antigo, quando o meu pai foi criado, as coisas eram muito diferentes. | |||
| 12 anos: | Ah, é claro que o papai não sabe nada sobre isso. É muito velho para se lembrar da sua infância. | |||
| 14 anos: | Não ligue para o que meu pai diz. Ele é tão antiquado! | |||
| 21 anos: | Ele? Meu Deus, ele está totalmente desatualizado! | |||
| 25 anos: | Meu pai entende um pouco disso, mas pudera! É tão velho! | |||
| 30 anos: | Talvez devêssemos pedir a opinião do papai. Afinal de contas, ele tem muita experiência. | |||
| 35 anos: | Não vou fazer coisa alguma antes de falar com o papai. | |||
| 40 anos: | Eu me pergunto como o papai teria lidado com isso. Ele tem tanto bom senso, e tanta experiência! | |||
| 50 anos: | Eu daria tudo para que o papai estivesse aqui agora e eu pudesse falar com ele sobre isso. É uma pena que eu não tivesse percebido o quanto era inteligente. Teria aprendido muito com ele. Ann Landers | |||
PAIIlsa da Luz Barbosa
Segura-me agora
Enquanto sou pequeno
E posso ficar em teus braços.
Beija-me agora
Enquanto eu quero e gosto.
Abraça-me forte e fraco
Enquanto eu fico pendurado
Em seus braços fortes.
Pai, diga-me:
- Eu te amo!
Enquanto eu acredito que é verdade.
Não deixe passar esse tempo
Que você sabe que é pouco.
Porque acho que você
Nem se lembra que já foi criança,
Não é?
Segura-me agora
Enquanto sou pequeno
E posso ficar em teus braços.
Beija-me agora
Enquanto eu quero e gosto.
Abraça-me forte e fraco
Enquanto eu fico pendurado
Em seus braços fortes.
Pai, diga-me:
- Eu te amo!
Enquanto eu acredito que é verdade.
Não deixe passar esse tempo
Que você sabe que é pouco.
Porque acho que você
Nem se lembra que já foi criança,
Não é?
domingo, 23 de maio de 2010
Musicalizando...
PERIQUITO MARACANÃ
Cadê a tua Iaiá? } bis Faz um ano, faz um dia } Que eu não vejo ela passar } bis Ora vai chegando Ora vai chegando Ora vai chegando Até chegar Ora vai afastando Ora vai afastando Ora vai afastando Até afastar Ora vai pulando Ora vai pulando Ora vai pulando Até pular Ora vai rodando Ora vai rodando Ora vai rodando Até rodar Ora vai correndo Ora vai correndo Ora vai correndo Até cansar ALECRIM
|
Rodas , cantigas e brincadeiras populares
Aproveitando o clima de festa junina , vamos brincar?
Violinha, violão
— O que tem atrás da porta?
— Uma cabra morta.
— O que tem atrás da janela?
— Uma fita amarela.
— O que tem no cantinho?
— Um ratinho.
— O que tem no cantão?
— Um ratão.
— O que tem no telhado?
— Um gato esfolado
— O que tem na sua rua?
— Uma espada nua.
Depois se canta, rodando as duas mãos fechadas:
Violinha, violão
Que se há de apanhar.
E quem se ri apanha um bolo. Uma menina fica no meio, vendo aquela que se ri e as outras sentadas na roda. E a que se ri vai para o meio, e se todas não se riem, fica a menina no meio da roda.
Cabral, Alfredo do Vale. Achegas ao estudo do folclore brasileiro. Rio de Janeiro, Funarte, 1978, p.74)
— Uma cabra morta.
— O que tem atrás da janela?
— Uma fita amarela.
— O que tem no cantinho?
— Um ratinho.
— O que tem no cantão?
— Um ratão.
— O que tem no telhado?
— Um gato esfolado
— O que tem na sua rua?
— Uma espada nua.
Depois se canta, rodando as duas mãos fechadas:
Violinha, violão
Que se há de apanhar.
E quem se ri apanha um bolo. Uma menina fica no meio, vendo aquela que se ri e as outras sentadas na roda. E a que se ri vai para o meio, e se todas não se riem, fica a menina no meio da roda.
Cabral, Alfredo do Vale. Achegas ao estudo do folclore brasileiro. Rio de Janeiro, Funarte, 1978, p.74)
Baratinha
Para esta brincadeira, recolhida na região de Campos-São João da Barra, no estado do Rio de Janeiro, as crianças, aos pares, dispõem-se à vontade, em círculo ou fila. Previamente escolhido, o "mestre" grita, e cada criança citada deve ser defendida por seu par:
— A baratinha voô, voô!
Foi na boca de fulana, e sentô!
O par de fulana responde imediatamente:
— Na boca de fulana, não!
Na boca de beltrana...
O par de beltrana faz o mesmo, citando uma outra, e assim por diante. De vez em quando, alguém distraído se defende:
— Na minha não!... — ou qualquer outra frase no mesmo sentido.
Quando isso acontece, todos vaiam, gritando:
— Engoliu a baratinha! Engoliu a baratinha!
— A baratinha voô, voô!
Foi na boca de fulana, e sentô!
O par de fulana responde imediatamente:
— Na boca de fulana, não!
Na boca de beltrana...
O par de beltrana faz o mesmo, citando uma outra, e assim por diante. De vez em quando, alguém distraído se defende:
— Na minha não!... — ou qualquer outra frase no mesmo sentido.
Quando isso acontece, todos vaiam, gritando:
— Engoliu a baratinha! Engoliu a baratinha!
(Rodrigues, Ana Augusta. Rodas brincadeiras e costumes. Brasília, Editora Plurarte, 1984, p.161)
Trovas infantis
Sou pequenina
Criança mimosa
Trago nas faces
As cores da rosa
Mandei fazer um barquinho
Da casca do camarão
O barquinho saiu pequeno
Só coube meu coração
Coringa foi lavar roupa
Pegou na roupa vendeu
Cala a boca meu coringa
Quem paga a roupa sou eu
Tenho um cachorrinho
Chamado Totó
Ele é malhadinho
De uma banda só
Vou dar a despedida
Como deu o passarinho
Bateu asas, foi-se embora
Deixando as penas no ninho
O formoso pica-pau
Que do pau fez um tambor
Foi tocar alvorada
Na porta do seu amor
O anum é pássaro preto
Chibante no avoar
Quando se senta no pau
Levanta o rabo pro ar
Passarinho preso canta
Preso deve de cantar
Pois que foi preso sem culpa
Canta para aliviar
Amor tem dó
Do passarinho
Quebrou seus ossos
Escangalhou seu ninho
Criança mimosa
Trago nas faces
As cores da rosa
Mandei fazer um barquinho
Da casca do camarão
O barquinho saiu pequeno
Só coube meu coração
Coringa foi lavar roupa
Pegou na roupa vendeu
Cala a boca meu coringa
Quem paga a roupa sou eu
Tenho um cachorrinho
Chamado Totó
Ele é malhadinho
De uma banda só
Vou dar a despedida
Como deu o passarinho
Bateu asas, foi-se embora
Deixando as penas no ninho
O formoso pica-pau
Que do pau fez um tambor
Foi tocar alvorada
Na porta do seu amor
O anum é pássaro preto
Chibante no avoar
Quando se senta no pau
Levanta o rabo pro ar
Passarinho preso canta
Preso deve de cantar
Pois que foi preso sem culpa
Canta para aliviar
Amor tem dó
Do passarinho
Quebrou seus ossos
Escangalhou seu ninho
(Cláudio, Afonso. Trovas e cantares capixabas. 2ª ed. Rio de Janeiro, Ministério da Educação e Cultura; Fundação Cultural do Espírito Santo, 1980, p.27-28)
Filipina
Em Pernambuco e no Rio de Janeiro, este trato era praticado com maior freqüência nas proximidades do Natal, por ser a época das amêndoas, e talvez mais largamente entre adultos do que entre crianças.
Quem achava uma amêndoa dupla ou gêmea, devia sempre comer apenas uma das bandas, para não ter filhos gêmeos, oferecendo o restante a outra pessoa.
Com esta combinava, então, a "Filipina", marcando a ocasião para executá-la: pela manhã, ao acordar, ou à hora de uma das refeições etc.
A "conseqüência", também acertada no mesmo momento, era sempre um presente, em espécie ou em dinheiro, e às vezes um passeio.
Na ocasião determinada, ao se encontrarem, ganhava o trato quem primeiro gritasse:
— Bom dia, Filipina!... — ou, conforme a hora:
— Boa noite, Filipina!
O perdedor nunca fugia ao combinado, e pagava, sem reclamar, o que tivesse prometido.
Embora em muito menor escala, também se fazia Filipina com bananas e avelãs gêmea.
Quem achava uma amêndoa dupla ou gêmea, devia sempre comer apenas uma das bandas, para não ter filhos gêmeos, oferecendo o restante a outra pessoa.
Com esta combinava, então, a "Filipina", marcando a ocasião para executá-la: pela manhã, ao acordar, ou à hora de uma das refeições etc.
A "conseqüência", também acertada no mesmo momento, era sempre um presente, em espécie ou em dinheiro, e às vezes um passeio.
Na ocasião determinada, ao se encontrarem, ganhava o trato quem primeiro gritasse:
— Bom dia, Filipina!... — ou, conforme a hora:
— Boa noite, Filipina!
O perdedor nunca fugia ao combinado, e pagava, sem reclamar, o que tivesse prometido.
Embora em muito menor escala, também se fazia Filipina com bananas e avelãs gêmea.
Parlendas
— Feijão queimou
— Quem queimou?
— Ladrão dos porcos
— Quer que queima?
— Queima já, daqui pra lá
Fulana casou
E não me convidou
Comeu melado
E se lambuzou
*
— Feijão queimado
— Quem queimou?
— Ladrão dos porcos
— Quer que prenda?
— Prenda já
Prenda que prenda
É um bom ladrão
Lambari sem sal
Sem gordura é bom
*
Lagarta pintada
Quem te pintou?
Foi a velha rabugenta
Por aqui ela passou
Tempo de areia
Sacode a poeira
Pega esta lagarta
Pela ponta da orelha
— Quem queimou?
— Ladrão dos porcos
— Quer que queima?
— Queima já, daqui pra lá
Fulana casou
E não me convidou
Comeu melado
E se lambuzou
*
— Feijão queimado
— Quem queimou?
— Ladrão dos porcos
— Quer que prenda?
— Prenda já
Prenda que prenda
É um bom ladrão
Lambari sem sal
Sem gordura é bom
*
Lagarta pintada
Quem te pintou?
Foi a velha rabugenta
Por aqui ela passou
Tempo de areia
Sacode a poeira
Pega esta lagarta
Pela ponta da orelha
Bolotinha de cabra
As crianças ficam lado a lado, travando-se por mãos e braços, em cadeia. As da ponta falam:
— Bolotinha de cabra!
— Senhor, meu amo!
— Quantos pauzinhos queimou hoje?
— Vinte e um contados
— Qual foi este? [Quem o contou?]
— Foi o barriga de soro azedo. [Ou outra imprecação qualquer]
— Lá vem a morte! — imita o barulho de um tiro — Pum! — e todas as crianças caem no chão.
— Bolotinha de cabra!
— Senhor, meu amo!
— Quantos pauzinhos queimou hoje?
— Vinte e um contados
— Qual foi este? [Quem o contou?]
— Foi o barriga de soro azedo. [Ou outra imprecação qualquer]
— Lá vem a morte! — imita o barulho de um tiro — Pum! — e todas as crianças caem no chão.
(Cláudio, Afonso. Trovas e cantares capixabas. 2ª ed. Rio de Janeiro, Ministério da Educação e Cultura; Fundação Cultural do Espírito Santo, 1980, p.27-28)
Telefone sem fio
Um grupo de crianças sentadas em volta de uma mesa. Quanto maior o número mais surpreendente será o final.
Escolhe-se uma para começar e o sentido em que a brincadeira irá rodar. Ela diz baixinho e depressa uma palavra ou frase qualquer no ouvido da que está ao seu lado. Esta, por sua vez, repete o que ouviu para a seguinte e assim por diante, até a última, que deverá dizer em voz alta o que ouviu.
Depois das risadas, a brincadeira continua com a criança que foi a última a falar dizendo uma nova palavra.
Escolhe-se uma para começar e o sentido em que a brincadeira irá rodar. Ela diz baixinho e depressa uma palavra ou frase qualquer no ouvido da que está ao seu lado. Esta, por sua vez, repete o que ouviu para a seguinte e assim por diante, até a última, que deverá dizer em voz alta o que ouviu.
Depois das risadas, a brincadeira continua com a criança que foi a última a falar dizendo uma nova palavra.
Brincadeira com os dedos
As mãos postas com os dedos abertos.
— Trim, trim!
(Os mindinhos se batem duas vezes)
— Quem é?
(Os seus-vizinhos se batem duas vezes)
— Sou eu!
(Batem-se os pais-de-todos)
— Olá! Olá!
(Os fura-bolos se cruzam)
— Smack! Smack!
(Os fura-bolos se beijam)
— Trim, trim!
(Os mindinhos se batem duas vezes)
— Quem é?
(Os seus-vizinhos se batem duas vezes)
— Sou eu!
(Batem-se os pais-de-todos)
— Olá! Olá!
(Os fura-bolos se cruzam)
— Smack! Smack!
(Os fura-bolos se beijam)
Réplicas
— E depois...
— Vacas não são bois, chifres são só dois, muita casca tem o arroz.
— Espera...
— Quem espera desespera
ou
— Espera é um pau que não se move do lugar.
— Jura!
— Pelo c... da tanajura
— Que é isso?
— Chouriço... carne de porco não tem bicho.
— Deixa vê (ver).
— Não é de chaveta nem de parafuso.
— Nada.
— É peixe.
— Estou com fome.
— Vai à rua de João Gome, mata um home e come.
— Esqueci.
— Quem esquece come queijo.
— Amanhã...
— Carneiro perdeu a lã.
— Pode ser...
— É uma vela sem pavio. (Referência ao pau de cera)
— Vacas não são bois, chifres são só dois, muita casca tem o arroz.
— Espera...
— Quem espera desespera
ou
— Espera é um pau que não se move do lugar.
— Jura!
— Pelo c... da tanajura
— Que é isso?
— Chouriço... carne de porco não tem bicho.
— Deixa vê (ver).
— Não é de chaveta nem de parafuso.
— Nada.
— É peixe.
— Estou com fome.
— Vai à rua de João Gome, mata um home e come.
— Esqueci.
— Quem esquece come queijo.
— Amanhã...
— Carneiro perdeu a lã.
— Pode ser...
— É uma vela sem pavio. (Referência ao pau de cera)
O padeiro
Parlendas empregadas ao pular corda, entrando e saindo.
Tum tum
— Quem é?
— Padeiro
— Pode entrar
Que eu vou buscar dinheiro
*
Delim delim delim
O padeiro já chegou
Quantos pães você quer?
— Cinco (ou outro número)
— Um, dois, três, quatro, cinco
*
Delim delim
O padeiro vem vindo
Quantos pães você quer?
— Quatro (ou outro número)
— Um, dois, três, quatro
*
O padeiro está na porta
Quantos pães você quer?
— Oito (ou outro número)
— Um, dois, três... oito
*
O padeiro passa
Em frente da sua casa
Quantos pães você quer?
— Nove
— Um, dois, três... nove
— La stras pic fora
*
Quem é?
— Padeiro
— Espera aí
Que eu vou buscar dinheiro
Em baixo do travesseiro
*
Tum tum
— Quem é?
— É o padeiro
— Espera um momentinho
Que eu vou buscar dinheiro
Debaixo do travesseiro
Um, dois, três
Tum tum
— Quem é?
— Padeiro
— Pode entrar
Que eu vou buscar dinheiro
*
Delim delim delim
O padeiro já chegou
Quantos pães você quer?
— Cinco (ou outro número)
— Um, dois, três, quatro, cinco
*
Delim delim
O padeiro vem vindo
Quantos pães você quer?
— Quatro (ou outro número)
— Um, dois, três, quatro
*
O padeiro está na porta
Quantos pães você quer?
— Oito (ou outro número)
— Um, dois, três... oito
*
O padeiro passa
Em frente da sua casa
Quantos pães você quer?
— Nove
— Um, dois, três... nove
— La stras pic fora
*
Quem é?
— Padeiro
— Espera aí
Que eu vou buscar dinheiro
Em baixo do travesseiro
*
Tum tum
— Quem é?
— É o padeiro
— Espera um momentinho
Que eu vou buscar dinheiro
Debaixo do travesseiro
Um, dois, três
Desconfio
Letras e palavras são o elemento básico deste divertido passatempo, também apreciado por adultos em todo o Brasil.
Um participante lança a primeira letra inicial de uma palavra qualquer e cada um dos outros, pela ordem em que estejam dispostos, fará a mesma coisa. Quem lançar a letra que complete uma palavra perde o jogo, pagando uma prenda, e a brincadeira recomeça.
As palavras monossílabas não contam, evidentemente. E também não se permite, para evitar o término de uma palavra, recorrer ao emprego de sufixos aumentativos, diminutivos, superlativos ou de modo, assim como não vale formar tempos de verbo.
Quando a letra citada por alguém dá à palavra em curso uma forma que se supõe incorreta ou inexistente, qualquer um dos participantes pode exigir explicações, gritando:
— Desconfio!
Se a explicação não é satisfatória e a palavra não existe, o responsável paga a prenda e é vaiado.
O mesmo acontece ao desconfiado, quando não tem razão, e em qualquer dos casos a brincadeira recomeça, com outra palavra.
Um participante lança a primeira letra inicial de uma palavra qualquer e cada um dos outros, pela ordem em que estejam dispostos, fará a mesma coisa. Quem lançar a letra que complete uma palavra perde o jogo, pagando uma prenda, e a brincadeira recomeça.
As palavras monossílabas não contam, evidentemente. E também não se permite, para evitar o término de uma palavra, recorrer ao emprego de sufixos aumentativos, diminutivos, superlativos ou de modo, assim como não vale formar tempos de verbo.
Quando a letra citada por alguém dá à palavra em curso uma forma que se supõe incorreta ou inexistente, qualquer um dos participantes pode exigir explicações, gritando:
— Desconfio!
Se a explicação não é satisfatória e a palavra não existe, o responsável paga a prenda e é vaiado.
O mesmo acontece ao desconfiado, quando não tem razão, e em qualquer dos casos a brincadeira recomeça, com outra palavra.
(Rodrigues, Ana Augusta. Rodas brincadeiras e costumes. Brasília, Editora Plurarte, 1984, p.206)
Duvi-d-o-dó
Conversa de pegador, recolhida em Barcelos, município de São João da Barra, estado do Rio de Janeiro, cuja memória se perde nas tradições locais.
O pegador, no pique, estabelece com os companheiros este diálogo, precedendo o início da brincadeira:
— Hoje é domingo!
— Comi mocotó...
— Sopapo na tia.
— Beijo n'avó.
— Duvida que eu te pego?
— Duvi-d-o-dó!
Ao receber esta resposta final, o pegador sai do pique para pegar.
O pegador, no pique, estabelece com os companheiros este diálogo, precedendo o início da brincadeira:
— Hoje é domingo!
— Comi mocotó...
— Sopapo na tia.
— Beijo n'avó.
— Duvida que eu te pego?
— Duvi-d-o-dó!
Ao receber esta resposta final, o pegador sai do pique para pegar.
(Rodrigues, Ana Augusta. Rodas brincadeiras e costumes. Brasília, Editora Plurarte, 1984, p.206)
Vaco varaco
Para balançar a criança no colo:
Vaco varaco
Da banda do mato
Lá vem sinhá velha
Com seu samburá
Trazendo os peixinhos
Para nós jantá
Um pra... (nome de pessoa)
Um pra... (nome de pessoa)
Um pra Maricota
Do rabinho azedo
*
Vaco varaco
Da banda do mar
E vem sinhá véia
Com seu samburá
Caçando peixinho
Pra nós jantá
Um pra... (nome de pessoa)
Um pra... (nome de pessoa)
Um pra... (nome do executante)
Do rabinho azedo
Vaco varaco
Da banda do mato
Lá vem sinhá velha
Com seu samburá
Trazendo os peixinhos
Para nós jantá
Um pra... (nome de pessoa)
Um pra... (nome de pessoa)
Um pra Maricota
Do rabinho azedo
*
Vaco varaco
Da banda do mar
E vem sinhá véia
Com seu samburá
Caçando peixinho
Pra nós jantá
Um pra... (nome de pessoa)
Um pra... (nome de pessoa)
Um pra... (nome do executante)
Do rabinho azedo
(Heylen, Jacqueline. Parlenda, riqueza folclórica; base para a educação e iniciação à música. 2ª ed. São Paulo, Editora Hucitec, 1991, p.197)
Tampinha cross
Jogado com tampinhas de garrafa de vidro, como as de cerveja, que são os carros.
A pista é feita, geralmente, na terra, com obstáculo, como uma pista de cross. Pode-se improvisar a pista em qualquer lugar.
Impulsiona-se o carro-tampinha à base de petelecos.
O vencedor será aquele que conseguir chegar mais longe ou o que completar o circuito com o menor número de petelecos.
A pista é feita, geralmente, na terra, com obstáculo, como uma pista de cross. Pode-se improvisar a pista em qualquer lugar.
Impulsiona-se o carro-tampinha à base de petelecos.
O vencedor será aquele que conseguir chegar mais longe ou o que completar o circuito com o menor número de petelecos.
Galinha gorda
Brincadeira de meninos durante banho na água corrente, na água viva, rio, mar.
Um menino ergue uma pedra, segura na mão, gritando:
— Galinha gorda
Gorda é ela
Vamos comê-la?
Vamos a ela
Atira a pedra na água e todos mergulham para buscá-la.
Um menino ergue uma pedra, segura na mão, gritando:
— Galinha gorda
Gorda é ela
Vamos comê-la?
Vamos a ela
Atira a pedra na água e todos mergulham para buscá-la.
Macaquinho gosta
Brincadeira que consiste num acordo firmado entre as crianças, com o objetivo de não serem importunadas quando comem alguma coisa.
Rapidez e esperteza fazem parte do jogo. Assim, quem estiver comendo deverá dizer:
— Não dou ferro, dá licença!
Isto lhe dará o direito de comer sossegado. Se esquecer de falar e alguém for mais rápido e disse, dando-lhe um tapa na mão: "Macaquinho gosta!", terá que deixar cair ou entregar ao outro o que estiver comendo.
Rapidez e esperteza fazem parte do jogo. Assim, quem estiver comendo deverá dizer:
— Não dou ferro, dá licença!
Isto lhe dará o direito de comer sossegado. Se esquecer de falar e alguém for mais rápido e disse, dando-lhe um tapa na mão: "Macaquinho gosta!", terá que deixar cair ou entregar ao outro o que estiver comendo.
Entrando no clima da festa junina
Cantigas Uma verdadeira festa junina não existe sem música, dança, casamento caipira, muita comida e bebida, além de vários tipos de jogos e brincadeiras, como pescaria, correio elegante, boca do palhaço, corrida com ovo cozido equilibrado na colher, entre outros. É também época de cantar cantigas clássicas como estas: |
História A tradição de fazer grandes festas no mês de junho existe há muito tempo, desde quando nossos antepassados deixaram de viver apenas da caça, da pesca e da coleta e passaram a praticar a agricultura. Nas regiões próximas ao Hemisfério Norte, depois de um inverno muito longo, os primeiros sinais do verão aparecem no mês de junho. Os povos que ali viviam não entendiam os fenômenos da natureza, por isso eles atribuíam as alterações do clima à magia e aos deuses. Então, eram realizadas enormes festas, com grandes fogueiras, muita comida, bebida, cantos e danças, para agradecer às "divindades" pela chegada dos dias quentes e pedir uma boa colheita. Quando o cristianismo começou a se propagar pela Europa (século IV), principalmente, a Igreja da época criou significados cristãos para os festejos e associou a eles seus santos mais populares. | |||||||||||||||||||||||||||||||
| Santo Antônio - 13 de junho São João - 24 de junho São Pedro - 29 de junho
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| Por que os nossos dos dedos estalam? Você já notou que depois de estalar os nós dos dedos é preciso esperar um pouco até que seja possível estalá-los novamente? O estalo ocorre quando puxamos a articulação. Ao fazermos isso, a pressão sobre o líquido que lubrifica a articulação diminui e provoca o estouro de pequenas bolhas de gás acumuladas, responsáveis pelo som de estalo. Leva algum tempo até que o gás seja reabsorvido e seja possível estalar o nó de novo. |
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